O Menu Dégustation VanLife da roadsurfer
Ondas, cash real e -17% de desconto com a roadsurfer. Quatro rotas que dá mesmo para fazer, com o código FORECAST17.
Apetece-te meter a pontinha na onda do hashtag vanlife? Ou só queres aquele gosto de liberdade que só uma viagem de estrada te dá. Ou se calhar só queres é umas férias? Seja qual for o plano da malta, a roadsurfer tem solução.
Há um tipo de viagem que só funciona mesmo ao volante de uma van: acordar a dois passos de uma onda, perseguir a ondulação em vez do horário, e deixar que a própria viagem faça parte da história. Mapeámos quatro das melhores, cada uma pensada à volta de uma van roadsurfer e uma costa que premeia quem tem paciência.
Desce pela costa do Pacífico dos EUA, de Los Angeles a Seattle, com point breaks, espetáculo de ondas gigantes e tudo o que vem no meio. Faz o circuito do Algarve português, com água quentinha e vilas de surf entre falésias. Enfrenta a beleza fria e selvagem da Ilha de Vancouver, ou vai atrás da força do Atlântico pela Wild Atlantic Way irlandesa, com sessão de pub incluída.
Cada rota vem com números a sério — preço da van, bilhetes de ferry, espessura do fato, e as épocas que realmente compensam — para planeares a viagem, não só sonhares com ela. Seja numa van pequenina, numa RV estilo sprinter, ou numa RV maior, estas rotas garantem ondas, aventura e cultura.
E aqui está o pulo do gato: com o código FORECAST17, tens um -17% brutal em qualquer reserva roadsurfer, em qualquer parte do mundo.
O Menu dos Clássicos
1) A Route 101 Americana


De Los Angeles a Seattle: A Viagem Definitiva de Van pela Costa do Pacífico
Onde: de Los Angeles a Seattle
Distância: 800 milhas em linha reta — mais perto das 1.300–1.400 milhas se seguires colado à Highway 1 e à 101, que é a rota que realmente interessa aqui.
Ondas: point breaks icónicos, reef breaks estranhos, ondas gigantes de cortar a respiração, e quilómetros de beach breaks quase sempre vazios.
O que levar: todos os fatos de neoprene que tiveres, três pranchas, botas de montanha, uma bicicleta e vontade de aventura.
A Van
Esta é uma viagem só de ida, por isso as condições do aluguer contam. As vans da roadsurfer nos EUA incluem quilometragem ilimitada e um segundo condutor grátis — ambos úteis quando tens mais de 1.300 milhas pela frente. Conta com uns $90–$350+ por dia, dependendo da van e da época (a média nacional anda à volta dos $198/noite), por isso uma viagem de 16 dias sai, normalmente, por $1.600–$3.500 antes dos extras. Soma mais 20–40% de seguro e taxas, uns $55–$95/noite se parares em RV parks privados em vez de acampar sempre de graça, e $400–$600 em combustível para o percurso todo. As taxas de devolução em local diferente variam consoante a rota, por isso confirma na reserva. O nosso código de desconto do surf forecast, que aplica -17% no checkout, poupa-te uma bela nota no total da viagem.
O Itinerário
Dias 1–2: LA: começa em Malibu First Point, o berço do longboard californiano.
Dias 3–4: Santa Barbara/Ventura: Rincon Point, a "Rainha da Costa," um right point comprido, melhor com swell de O/NO.
Dias 5–6: Big Sur/Monterey: condução tranquila por Big Sur — verifica primeiro o estado da estrada com a Caltrans, já que há troços que fecham de vez em quando por deslizamentos de terras.
Dias 7–8: Santa Cruz/Half Moon Bay: Steamer Lane, e depois Mavericks, um dos breaks de ondas grandes mais famosos do mundo (faces até 60 pés, época alta de novembro a março).
Dias 9–11: Oregon: 362 milhas de costa pela Highway 101. Paragem em Lincoln City e no spot de ondas grandes Nelscott Reef, e depois em Short Sands Beach, no Oswald West State Park — protegida, com punch e quase sem gente.
Dias 12–14: Washington: Westport, a capital do surf do estado, apanhando swell de NO sólido com aquele ambiente de fronteira a sério.
Dias 15–16: fim em Seattle.
Dicas por Época
Aqui a temperatura da água importa mais do que a do ar. San Francisco anda entre os 10–14°C o ano todo; Oregon e Washington ficam entre os 8–11°C mesmo no verão. Um fato 3/2 ou 4/3 chega para o sul da Califórnia e a zona central; a norte disso, conta com um 5/4mm com capuz, botas e luvas. O inverno (nov–março) traz os maiores swells, incluindo a época alta de Mavericks e Nelscott, mas também as piores condições de condução na Highway 1. Do final da primavera ao outono, trocas tamanho de onda por estradas mais fáceis e clima mais ameno.
Em Resumo
Cerca de 1.300 milhas de costa, dezasseis dias, e um arsenal de fatos de neoprene preparado para tudo, das manhãs em Malibu aos invernos de Washington. Conta com $2.000–$4.000 no total para van, combustível e campismo — e deixa folga na agenda, porque as melhores sessões aqui raramente são as que tinhas planeado.
2) O Clássico Continental:

Onde: Portugal, Algarve — circuito a partir de Faro
Distância: 500 milhas de ida e volta, passando por Lagos, Monchique, Arrifana, Sagres e Portimão.
Ondas: surf de nível mundial o ano todo, sobretudo beach breaks, com um ou outro point break ou reef escondido.
O que levar: um fato 3/2, duas pranchas, protetor solar, botas de montanha e material de golfe.
A Van
A frota da roadsurfer em Portugal opera a partir das estações de Faro, Lisboa e Porto, com quilometragem ilimitada e um segundo condutor grátis incluído — algo que se agradece num circuito de uma semana com bastantes estradas de montanha e costeiras cheias de curvas. As autoestradas portuguesas têm portagem (com dispositivo Via Verde ou em postos de pagamento), embora várias antigas SCUT, incluindo a A22 que percorre todo o Algarve, tenham passado a ser gratuitas em 2025 — uma poupança e tanto nesta rota. Conta com uns €150–€250 em combustível para a semana toda, e verifica se o teu parque de campismo tem ligação de água/esgoto, já que os parques do Algarve costumam ser mais baratos e mais numerosos do que os do norte.
O Itinerário
Começa em Faro e segue para Lagos — praias douradas e falésias dramáticas, com destaque para a Meia Praia, Salema ideal para principiantes, e Zavial para os mais experientes. Faz um desvio até ao interior, a Monchique, na serra, para pinhais, vistas de montanha e águas termais. A seguir, Arrifana — uma vila de surf sobre falésias com as ondas mais consistentes da região, exposta o suficiente para funcionar quase todo o ano. Segue até Sagres, "o fim do mundo," onde a costa mais calma do Algarve encontra o Atlântico Norte aberto: os principiantes vão para Martinhal e Mareta, enquanto o Tonel, mais exposto, é para nível intermédio e avançado. Fecha o circuito passando por Portimão, para um dia de praia tranquilo nas suas extensas areias.
Dicas por Época
O Algarve tem uma das janelas de swell mais longas de Portugal, sobretudo por virar tanto a oeste como a sul. A temperatura da água anda entre os 14–15°C no inverno e sobe até 20–23°C no final do verão. Um shorty de 2mm ou um 3/2 chega para o verão; sobe para um 4/3 (com botas) no inverno, quando spots virados a oeste como Arrifana e Sagres apanham os swells mais fortes e potentes do Atlântico Norte (dezembro–fevereiro). O verão traz ondas mais pequenas e mais gente, sobretudo por Sagres e Lagos — o dawn patrol é a jogada. O outono (setembro–novembro) é, provavelmente, o ponto ideal: groundswell consistente, menos gente, e água ainda quentinha o suficiente para um 3/2.
Em Resumo
Quinhentas milhas, uma semana na estrada, e uma costa que premeia a curiosidade — os breaks famosos são famosos por uma razão, mas as calas mais pequenas e sem nome muitas vezes acendem quando as condições se alinham. Conta com €800–€1.200 no total para van, combustível e campismo, e deixa o itinerário aberto o suficiente para ires atrás de qualquer costa que esteja a funcionar.
Fora do Menu
3) À Intempérie, lá no Norte


Onde: Ilha de Vancouver, Canadá
O que precisas: um fato 5/4mm, botas, luvas e capuz. Uma prancha mid-length para todo o tipo de ondas. Casacos de inverno a mais, vontade de aventura, paciência e sentido de humor.
As ondas: uma mistura de reefs e beach breaks, frias, imprevisíveis e de qualidade irregular, mas a paisagem selvagem faz de cada sessão algo especial.
A Van
A roadsurfer tem uma estação em Vancouver com quilometragem ilimitada e um segundo condutor grátis incluído de série — algo que se agradece, já que grande parte desta viagem é passada em estradas costeiras e de floresta cheias de curvas. A roadsurfer prepara a sua frota canadiana para o inverno de novembro a março, altura em que os depósitos de água, os duches e as casas de banho são esvaziados e ficam fora de serviço — algo que aqui importa, porque o inverno é também quando chegam os maiores swells da Ilha de Vancouver. Tem isto em conta se o que procuras é tamanho de onda em vez de conforto.
A BC Ferries é o outro grande gasto. Um veículo standard mais condutor, de Tsawwassen a Swartz Bay, anda pelos $70–$90 consoante a época, mais uns $21 por cada passageiro extra. A travessia demora cerca de uma hora e 35 minutos, e é mesmo uma das melhores partes do trajeto — reserva com antecedência em época alta, porque as saídas mais populares esgotam rápido.
O Itinerário
Levanta a van em Vancouver e apanha o BC Ferries até à Ilha de Vancouver. Navegar pelas Gulf Islands, com montanhas a nascer diretamente da água, já é um dos pontos altos da viagem antes sequer de teres surfado. Primeira paragem: Jordan River Regional Park, na West Coast Road, uma mistura de reef e point break de qualidade mas imprevisíveis. A seguir, Sombrio Beach, no Juan de Fuca Provincial Park — um trilho de 10 minutos pela floresta tropical leva até à areia. A caminho de Tofino, passa a noite em Ucluelet, a vila de surf mais "core" e autêntica da ilha. Depois chega a Tofino: experimenta Cox Bay, um beach break consistente ao longo de quase dois quilómetros de areia em forma de meia-lua, rodeado por floresta primária, ou Chesterman Beach com vento de noroeste. Termina em Long Beach, Pacific Rim National Park — ondas divertidas e uma das paisagens mais selvagens que há.
Dicas por Época
A água de Tofino mantém-se fria e surpreendentemente constante o ano todo — uns 7–9°C no inverno, subindo apenas até 13–17°C no seu pico de agosto. O que muda não é a temperatura, mas o tamanho do swell. O verão (junho–agosto) traz as ondas mais pequenas e é o mais indicado para principiantes. O outono (setembro–novembro) é, de um modo geral, considerado a melhor janela: swells maiores, vento offshore e menos gente. O inverno (dezembro–março) traz a potência a sério, com swells de tempestade a chegar aos 6–9 metros, embora as condições sejam selvagens e isto seja terreno só para experientes. Um fato de 4/3mm chega para o verão; sobe para o equipamento completo de 5/4mm com capuz, luvas e botas para outono em diante.
Em Resumo
Um circuito curto de 500 milhas, mas exigente — água fria, tempo instável e ondas que premeiam a paciência em vez de garantias. Conta bem com a van, o ferry e um fato como deve ser, e trata cada sessão limpa aqui como um verdadeiro prémio.
4) A Volta a Dublin, aka 'The Craic


O local Conor Maguire a curtir as ondas da sua terra, em Bundoran. Foto: Red Bull Media
Onde: viagem de ida e volta a partir de Dublin, passando por Bundoran, Lahinch e Dingle
Distância: 650 milhas no total, ida e volta.
O que precisas: um fato 4/3 e outro 5/4mm, botas e capuz, fibra de vidro extra, sede e amor pelo "craic."
As ondas: frias e muitas vezes com chuva, mas os reef breaks de qualidade da Irlanda e o ambiente em geral fazem deste um destino de nível mundial, de visita obrigatória.
A Van
A roadsurfer opera a sua principal estação na Irlanda a partir de Dublin, com quilometragem ilimitada e um segundo condutor grátis incluído — algo que se agradece mesmo nas estradas rurais e estreitas deste circuito. A maioria das empresas exige que os condutores tenham pelo menos 21 anos, embora muitas prefiram 25+ e apliquem uma sobretaxa para condutores jovens abaixo dessa idade. O combustível, sobretudo o diesel, sai mais caro do que nos EUA, por isso conta com uma folga no orçamento; tem também em conta que estacionar uma van no centro de Dublin é complicado devido a restrições de altura — vale mais procurar um parque de campismo mesmo à saída da cidade para a primeira e a última noite.
O Itinerário
Segue para oeste a partir de Dublin, rumo a Bundoran, considerada o berço do surf irlandês. A sua onda principal, The Peak, é uma onda de reef de nível mundial, com beach breaks suaves e slabs pesados num raio de 16 quilómetros, além do spot de ondas grandes de Mullaghmore Head ali perto — casa de algumas das maiores ondas já registadas na Irlanda, com até 18 metros, segundo consta, com o swell de inverno certo. Ao longo da costa fica Easkey, um dos breaks mais antigos e respeitados da Irlanda, com a sua direita e esquerda ao lado de um castelo em ruínas, formando um dos lineups mais cinematográficos da Europa. Um percurso verde pelo interior leva-te até Galway — não é um ponto quente de surf, mas é uma das melhores cidades de música da Irlanda. Depois de uma noite de copos, Lahinch é a próxima paragem óbvia: uma praia principal ideal para principiantes, com os Cliffs of Moher logo a norte, casa de Aileens, um dos breaks de ondas grandes mais famosos da Irlanda. Atravessa Limerick até à Península de Dingle para a última paragem de surf — Inch Beach e Brandon Bay oferecem beach breaks e reefs consistentes. E depois são quatro horas de volta a Dublin para uma última noite de festa.
Dicas por Época
A água atlântica da Irlanda mantém-se fria o ano todo: uns 8–11°C no inverno, subindo até 14–17°C no seu pico de agosto. Um fato de 4/3mm chega para as sessões de verão; sobe para o equipamento completo de 5/4mm com botas, luvas e capuz para qualquer coisa de outono a primavera. Setembro–outubro é, de um modo geral, considerado o ponto ideal: swells sólidos e organizados, água ainda a segurar o calor do verão, e menos gente. O inverno (novembro–fevereiro) traz os swells maiores e mais pesados, e acende Mullaghmore e Aileens, mas as condições são mesmo duras, e isto é terreno só para surfistas experientes. O verão é o mais pequeno e calmo. Melhor para Lahinch e Inch, menos para os reef breaks.
Em Resumo
Seiscentas e cinquenta milhas, borracha grossa, e uma costa que premeia a paciência com ondas de nível mundial a sério. Conta bem com a van, dinheiro a mais para combustível, e uma noite de festa em cada vila — esta é uma viagem construída tanto à volta do "craic" como do próprio surf.
Porque reservar com um código de desconto para vans?
Usar um código de desconto para vans ou um desconto no aluguer de RV é uma das formas mais espertas de tornar o vanlife mais acessível. Com a roadsurfer, tens vans totalmente equipadas, locais de recolha flexíveis e preços transparentes — o que a torna ideal para quem procura alugueres de vans e RV com desconto. Junta a isso um código de desconto da roadsurfer, e reduzes bastante o custo da viagem sem abdicar da experiência.
Dica final: não te esqueças do teu código de desconto roadsurfer
Antes de reservares a tua próxima viagem, não te esqueças de usar um código de desconto roadsurfer para desbloqueares uma poupança no teu aluguer. Quer estejas a comparar descontos em alugueres de vans e RV, ou apenas à procura de um código de desconto simples para vans, ofertas como <<FORECAST17>> ajudam-te a viajar mais tempo, explorar mais, e a levar um -17%. O vanlife não tem de ser caro — sobretudo quando reservas com cabeça.
FAQ: Aluguer de Vans, RV e Vanlife

O que está incluído no aluguer? Cozinha, zona para dormir, mesa e cadeiras, equipamento de cozinha, seguro e um segundo condutor grátis — embora possa variar consoante o veículo.
Posso dormir em qualquer lado com a van? Depende do país — alguns permitem estacionar de um dia para o outro, outros exigem parques de campismo oficiais. Verifica primeiro as regras locais.
Preciso de uma carta especial? Uma carta de categoria B normal cobre vans até 3,5 toneladas na maior parte da Europa e América do Norte; RVs maiores podem exigir mais.
Qual é a melhor van para uma viagem de surf? As vans compactas equilibram bem conforto, consumo de combustível e facilidade para estacionar na praia. Grupos maiores podem preferir algo maior.
Quanto custa? Varia consoante a época, o destino e o veículo. Reserva com antecedência, viaja em época intermédia, e usa códigos de desconto para poupar.
Qual é a melhor altura para reservar? Vários meses antes para o verão — os spots mais populares esgotam cedo, e reservar com antecedência costuma sair mais barato.
É adequado para principiantes? Sim — as vans modernas são fáceis de conduzir, parecidas com uma carrinha grande de passageiros, muitas com câmara e sensores de estacionamento.
Posso atravessar fronteiras com o aluguer? Normalmente sim, dentro dos países aprovados — verifica as condições primeiro.
Sai mais barato do que hotéis? Muitas vezes sim, sobretudo para casais ou grupos — além de mais liberdade e acesso mais fácil à natureza e ao surf.
Posso levar pranchas de surf? Sim — a maioria das vans tem espaço para pranchas e fatos, algumas com rack no teto para pranchas maiores.
Está disponível o ano todo? Sim, embora a disponibilidade varie — viagens de inverno a Portugal ou Espanha são muito populares pelas ondas consistentes.
Inclui quilometragem ilimitada? Muitas vezes sim — mas confirma sempre a política da tua reserva específica.
Como posso poupar dinheiro? Reserva com antecedência, viaja fora da época alta, compara tamanhos de veículo e usa um código de desconto verificado.